sexta-feira, 28 de setembro de 2007

DOCUMENTA DE CASSEL

CARTA DE BERLIM

Documenta: arte e polêmica

Termina em Kassel, na Alemanha, uma das maiores exposições de artes plásticas da Europa. Com um milhão de visitas, a Documenta deixa atrás de si uma polêmica sobre o significado de uma grande exposição como esta no mundo contemporâneo.

Kassel é uma cidade de tamanho médio, na Alemanha, com cem mil habitantes, a três horas de trem de Berlim em direção ao sudoeste. Era um dos centros de produção de armamentos na Alemanha do começo do século XX. Por isso ela foi inteiramente arrasada por bombardeios ingleses e norte-americanos em 1943. Isso resultou num ar estranho para uma cidade alemã: ela parece inteiramente “nova”, com seus prédios construídos desde meados da década de 1950 para cá.

Essa foi uma das razões porque Kassel foi escolhida, em 1955, para sediar a Documenta, uma exposição cujo objetivo, de acordo com seus organizadores e seu inspirador Arnold Bode, era “reconciliar uma sociedade civil alemã desmoralizada com a arte moderna”, depois do vendaval nazista e da destruição provocada pela Segunda Guerra.

A Documenta ocorre de cinco em cinco anos, e neste ano de 2007 houve sua décima segunda edição. Sempre marcante, cada Documenta reúne centenas de artistas do mundo inteiro, na que é reconhecida como uma das maiores e melhores exposições de arte contemporânea do mundo.

Neste ano a organização ficou por conta da curadora Ruth Noack e do diretor Roger Buergel. Num movimento que trouxe reações polêmicas por parte de artistas e críticos da imprensa, Noack e Buergel defenderam uma Documenta que reunisse objetos de arte e instalações muito variados, sem nenhum conceito que pré-definisse o conteúdo da exposição.

Com os objetos distribuídos em cinco espaços, sendo um deles o Museu Wilhelmshöhe, um dos maiores da Alemanha dedicados à pintura do fim da Idade Média para hoje, e um dos mais ricos em pinturas de Rembrandt, a mostra exibia iluminuras da Pérsia do século XIV com evocações e homenagens dos anos 50 e 60, artistas africanos (muitos), brasileiros (presenças marcantes), artistas europeus contemporâneos, etc.

A presença das obras num determinado espaço era definida por um “diálogo de formas”, como se elas, as formas, é que “contassem a história” esquecida pelos homens. Essa convivência de objetos em princípio completamente estranhos uns aos outros é que provocou reações adversas, como se isso implodisse qualquer método ou disciplina de pensamento que a mostra pudesse suscitar.

Entretanto a mostra não era destituída de significado intencional. Logo na entrada de um dos pavilhões, o maior e mais importante, o visitante deparava com uma reprodução de um quadro de Paul Klee, de 1920, Angelus Novus. Este quadro de Klee foi o inspirador da famosa consideração do filósofo Walter Benjamin sobre o anjo que, jogado para diante desde o portal do Paraíso, mas de costas, vê a história e o progresso como uma contínua construção de ruínas.

Esta é a sensação que acompanha o visitante enquanto percorre os salões onde “se chocam” diferentes objetos, vindos de diferentes contextos, re-unidos por uma percepção de forma que pode, sim, parecer casual, ou arbitrária, mas que espelha uma concepção da contemporaneidade vista como o entrechoque de espaços, contextos e culturas.

Há uma constante na visitação do olhar: a percepção da guerra como paisagem dominante na contemporaneidade, e da guerra levada a todos os fins de mundos possíveis pela superpotência vencedora da Guerra Fria. Não há quase sala ou espaço em tamanha exposição, em que pelo menos uma das formas presentes não lembre as ruínas da destruição provocadas pela Guerra Total que estamos presenciando. Entre as centenas de possibilidades, escolhi para ilustrar esta carta, a foto de um detalhe da instalação do artista chinês Zhang Guogu, “Add oil and march forward”, “Ponha óleo e toque pra diante”, que consiste numa série de pequenos tanques de guerra como se estivessem cobertos de óleo (petróleo) numa associação com as guerras no Oriente Médio e proximidades.

De todas as Documenta, esta foi a mais popular, atraindo quase um milhão de visitantes durante suas treze semanas de duração.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

FRANÇA

INTERCAMBIO TROCANDO IDEIA – FRANÇA 2007

O Intercambio Trocando Ideia – Brasil / Gammins de Art Rue – França se dara entre os dias 26 de outubro a 20 de novembro de 2007, quando Fabiana Menini e o Cia Hackers estarão realizando atividades naquele pais.

A associação « Les Gamins de l’Art Rue » é uma estrutura cultural e social de valorização das culturas e de transmissão de conhecimento e praticas artisticas entre varios paises. Desde 1995,a associação trabalha pra divulgar a cultura brasileira na Europa pelo meio do hip-hop e da musica e ,cria encontros entre artistas dos dois paises .

A Associação Gammins ja trabalhou na França com Racionais MC’s, MV Bill, Moleque de Rua, Accrorap na divulgação do trabalho deles da Europa, por meio de atividades culturais e espetaculos.

O Instituto Trocando Ideia leva a França Videos documentarios realizados em Porto Alegre , graffiti e a Companhia Hackers crew com seu espetaculo “ Ritmo Pulsante das Ruas- Duo “.

A cia Hackers alem de oficinas e participação em encontros de dança contemporanea , realizara espetaculos em cidades francesas.

Atividades

1) Apresentação dos Documentarios :

O Hip Hop se Faz com Coração – 2003 / Porto Alegre

O Universo Feminino do Hip Hop – 2004 / Porto Alegre

Dano 163 – 2005 / Porto Alegre

2) Oficina de Praticas culturais

Com Fabiana Menini

3) Apresentação do espetaculo “O Ritmo Pulsante das Ruas - DUO “

4) Exposição de telas - tecnica Pastel

Com Hisake

O site do trocando ideia www.trocandoideia.sarava.org entra no ar ate 20 de outubro

Contatos : institutotri@riseup.net

http://profile.myspace.com/gaminsdelartrue

http://www.myspace.com/trocandoideia

http://www.orkut.com/Home.aspx




quinta-feira, 23 de agosto de 2007

ENTAO AQUI COMEÇA A DIVERSÂO


para as mulheres de 30 anos pra cima...

E para todas aquelas que estão entrando nos 30, e para todas aquelas que estão com medo de entrar nos 30... E para homens que têm medo de meninas de mais de 30!!!

À medida que envelheço, e convivo com outras, valorizo mais as mulheres que estão acima dos 30.

Estas são algumas razões do por que:

- Uma mulher de 30 nunca o acordará no meio da noite para perguntar: "O que você está pensando?" Ela não se importa com o que você pensa, mas se dispõe de coração se você tiver a intenção de conversar.

- Se uma mulher de 30 não quer assistir o jogo, ela não fica à sua volta resmungando. Ela faz alguma coisa que queira fazer. E, geralmente é alguma coisa bem mais interessante.

- Uma mulher de 30 se conhece o suficiente para saber quem é, o que quer e quem quer. Poucas mulheres de 30 se incomodam com o que você pensa dela ou sobre o que ela está fazendo.

- Mulheres dos 30 são honradas. Elas raramente brigam aos gritos com você durante a ópera ou no meio de um restaurante caro. É claro, que se você merecer, elas não hesitarão em atirar em você, mas só se ainda sim elas
acharem que poderão se safar impunes.

- Uma mulher de 30 tem total confiança em si para apresentar-te para suas melhores amigas. Uma mulher mais nova com um homem tende a ignorar mesmo sua melhor amiga porque ela não confia no cara com outra mulher. E falo por experiência própria. Não se fica com quem não se confia, vivendo e aprendendo não é???

- Mulheres se tornam psicanalistas quando envelhecem. Você nunca precisa confessar seus pecados para uma mulher com mais de 30. Elas sempre sabem.

- Uma mulher com mais de 30 fica linda usando batom vermelho. O mesmo não ocorre com mulheres mais jovens.

- Mulheres mais velhas são diretas e honestas. Elas te dirão na cara se você for um idiota ou se você estiver agindo como um!

- Você nunca precisa se preocupar onde você se encaixa na vida dela. Basta agir como homem, e o resto deixem que ela faça.

- Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 por um "sem" número de razões. Infelizmente, isso não é recíproco. Para cada mulher de mais de 30, estonteante, inteligente, bem apanhada e sexy, existe um careca, velho, pançudo em calças amarelas bancando o bobo para uma garçonete de 22 anos.

Senhoras, eu peço desculpas:

Para todos os homens que dizem, "porque comprar a vaca se você pode beber o leite de graça?", aqui está a novidade para vocês:

Hoje em dia 80% das mulheres são contra o casamento, sabe por quê?

Porque as mulheres perceberam que não vale a pena comprar um porco inteiro só para ter uma lingüiça.

"Nada mais justo."


(Não sei quem é o autor, mas é um cara porreta!!)

NÃO ADIANTA TER DINHEIRO SE NÃO TEM CONTEUDO