quarta-feira, 28 de outubro de 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

sábado, 17 de outubro de 2009

5° elemento - banda larga pra tod@s

A partir de julho de 2010 todos os cidadãos da Finlândia terão acesso à banda larga. Foi aprovada nesta quarta-feira uma lei que considerada o acesso à banda larga um direito do cidadão, igual o acesso à saúde e à educação.

A decisão faz sentido se a gente levar em conta que, cada vez mais, serviços importantes de comunicação funcionam com base na tecnologia de banda larga – telefonia, teleconferências, vídeos etc.

Dessa forma, a Finlândia se junta a outros países que consideram o acesso à banda larga um direito do cidadão – França, Grécia e Estônia.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

terça-feira, 6 de outubro de 2009

por:Miguel caetano

Mais uma prova de que o actual modelo de negócios das editoras discográficas tradicionais centrado na venda de discos está fadado ao fracasso: dos mais de 115 mil álbuns editados em 2008 nos Estados Unidos, apenas 110 – ou seja, menos de 0,1% – venderam mais do que 250 mil cópias, tendo somente 1.500 superado a barreira das dez mil unidades, ao passo que 6.000 conseguiram ultrapassar a marca dos mil exemplares comercializados.

Estes dados foram divulgados este domingo pelo relações públicas Ariel Hyatt no âmbito da Future of Music Coalition Policy Summit, um encontro que se realiza anualmente em Washington, D.C. e no qual participam músicos, managers, académicos, empresários da indústria musical e técnicos.

Se dúvidas houvessem, os números fornecidos por Hyatt demonstram a necessidade urgente de todos os agentes do sector e em especial as editoras discográficas de passarem a encarar os discos mais como ferramentas de promoção para a venda de artigos que rendem realmente dinheiro como concertos, merchandising, licenciamento para filmes, anúncios, videojogos, como refere Greg Kot no Chicago Tribune.

Outro dado que também comprova isso mesmo é o facto de em Março de 2006 o então patrão da FNAC Denis Olivennes – que foi mais tarde encarregado de elaborar os acordos que antecederam a redacção do projecto de lei francês da HADOPI com vista à suspensão do acesso à Internet dos partilhadores – ter revelado que dos 200 mil discos diferentes comercializados pela cadeia francesa de lojas de entretenimento, 190 mil vendiam uma média inferior a um exemplar por ano.

Na altura, o site francês Numerama fez as contas e chegou à conclusão que 95 por cento dos discos vendidos pela FNAC geravam menos de 40 cêntimos por dia aos seus autores, compositores e intérpretes. Isto quer dizer que para a esmagadora maioria dos artistas, a edição e distribuição para venda de um CD ao preço normal acaba por constituir um empecilho à divulgação do seu trabalho junto de um público mais vasto. Quem está disposto a pagar 14 euros por um disco de um artista cujo conteúdo praticamente se desconhece? Mais vale permitir a sua audição integral a a partir de um serviço de streaming gratuito!

domingo, 4 de outubro de 2009

“Nossa ignorância nos aproxima de outras áreas e nos torna mais ousados”
José Goméz -Márquez

sábado, 3 de outubro de 2009

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

anda dificil de eu postar aqui, tenho tanto trampo que quando chego em casa ou tenho tempo de ficar a nada...fico!

Vintage Porn logos from PornoGraphics on Vimeo.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Facebook





Headquarters do Facebook em Palo Alto, na California. Agora o QG ocupa um espaço que era antigamente um laboratorio de 45.000m²!!!

curta The Subconscious Art of Graffiti Removal, compara o esforço de moradores e donos de estabelecimentos em apagar pichações a uma variação inconsciente de arte moderna, descendente direta do expressionismo abstrato, construtivismo russo e minimalismo.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

CMC \ POA

Que absurdo! Que vergonha!Uma cidade como Porto Alegre, com uma história de democratização, de participação popular, de permanente reinvenção e oxigenação cultural, tratada desta forma...Esta tal "conferência de cultura" mais parece um balaio de gato, uma "tarefa" tratada com desgosto pela burocracia de plantão... Deixaram pra última hora e juntaram tudo, sem debates preparatórios, sem seminários de qualificação, sem a participação das comunidades. É inacreditável!Qual ligação a organização identificou entre "tradição, folclore, descentralização e op"???(talvez a descentralização e a democracia participativa nos lembrem os "velhos tempos de nosso pago amado"...) Ou então "artes cênicas, patrimônio e memória" (hueheuheu) Gostei de "Música, livro e literatura"! (claro: é legal ler pra escrever uma letra de música, além de que é muito agradável escrever escutando uma boa canção... hueheuheu. Pena que em termos de POLÍTICAS PÚBLICAS se tratem de universos tão específicos - falando nisso: onde estão as Bibliotecas Comunitárias que o professor de Leras e secretário de "cultura" Sérgius Gonzaga promete desde seu primeiro ano de governo, nos idos de 2005? e o Araújo Vianna? e o Festival de Música? - ah, entendi pq juntaram tudo: nada + nada = nada!)Em outros anos tínhamos encontros com militantes, intelectuais, artistas, produtores e produtoras... tínhamos uma verdadeira intenção de discutir e reelaborar nossa história cultural... Quer dizer, estes dias eu recebi um convite bem bonito e elegante tratando das questões culturais de Porto Alegre. Culturais e fundamentalmente econômicas: só tratavam de temas relacionados a grana, numa parceria entre o Banco Santander e a Prefeitura de Porto Alegre. Ali é que se discutia o "quente" ($) da política pública cultural. Provavelmente planejavam mais "empreendimentos comerciais" na orla, shoppings e coisas do tipo...Pôxa! Se a Prefeitura de Porto Alegre não tem nada pra discutir com o povão, que ao menos garantisse um espaço qualificado pra discutirmos as políticas públicas nacionais de cultura!Enfim, seguimos nesse marasmo, nessa pseudo-democracia de faz de conta...João Pontes

segunda-feira, 21 de setembro de 2009